Fiquei sem saber exatamente onde colocar, em qual dos blogger, ajotagespace ou ajotageparaisoperdido, o que me veio à cabeça; quando isto ocorre, tenho que imediatamente dar vasão ao meu instinto. Vou quase sempre na contra-mão daqueles que ficaram ou incorporaram ideais danificadoras,com relação as chamadas Redes Sociais(facebook, twitter, Orkut, etc). Apesar de conservador, creio que as mesmas vieram para expandir os horizontes das pessoas e de mostrar - cada um cria ou têm o seu "paraíso perdido". Por conta disso, consegue viver na esperança e na expectativa de vida-, o facebook é no meu entender, o maior e mais avançado meio de comunicação das massas dos nossos dias; claro é que em algumas situações, pode até mexer com o imaginário de muita gente. Sempre que fuçamos o imaginário das pessoas, criamos por conseguinte, fábulas nem sempre decifráveis e, os desentrosamentos, são comuns. Essas redes, que nem mesmo os seus idealizadores, conseguiram saber exatamente para onde estavam indo e qual o seu desabrochar final. Sentimos que tudo está no campo das novidades, e que mutações podem acontecer. A verdade é que chegaram até os nossos dias, não sei se para ficar e por quanto tempo, ou mesmo se desaparecerão como chegaram. Difícil imaginar por quanto tempo. Assim como o Twitter, que é mais tático, cronometrado, estabelecendo regras mais exigentes, com seu espaço prévio, outros nem tanto.Rígido e com outras regras. Enfim, todos, estão em uma mesma posição e mudanças, podem acontecer a qualquer instante. O homem sempre buscando preencher a sua vida para ir em frente - as horas, os dias, os meses e até os anos, passam rápidos demais, não lhes dando tempo para pensar e assistir mesmo sabendo que está pendurado no espaço gravitacional do universo. Difícil avaliar essa velocidade. É o quadro, a tomada instantânea é o nosso dia a dia. Dias que chegam e dias que vão. Estamos todos à mercê da incógnita do que virá e quando e qual a reação para os acontecimentos. Imaginarmos que naturalmente a fadiga do planeta, cansado pelos desafios, e maus tratos dos homens, podem não participar da grande festa, sem saber o real motivo do acontecimento. Os cientistas, parecem-nos extasiados com os últimos resultados, colocando sugestões, e ideias, muitas vezes buscando a exatidão matemática. Seguimos consoante a tudo ao nosso redor, sem medirmos as necessidades do humano - avaliações imprecisas e desconexas indicam que as regulações são frágeis, inseguras e inexatas. Seguimos a trilha, imaginando que o dinheiro forte, solucionasse o nosso amanhã, quando então,saberíamos o que é verdadeiro e real e que não é mais chocante para ninguém. Alguns poucos estudiosos, acompanhando o que está ocorrendo em todos os Continentes, avaliam através de instrumentos científicos, que a EXAUSTÃO do planeta já é uma realidade, haja vista a revolta da própria natureza, presenciada diariamente. É inegável também que assistimos os avanços significativos do homem que constrói e destrói ao mesmo tempo, pouco se importando em criar mecanismos de controle, capazes de frear a sua voracidade, mesmo sabendo da insustentabilidade de suas ações e avanços nas trocas, modificações tecnológicas, onde valores e pessoas ficam amontoadas a mercê do dinheiro e valores que transitam de um lugar para o outro, com uma rapidez nunca imaginada. Identificado o valor monetário dos nossos dias, mesmo sabendo que é mais digital do que outra coisa. Esse final, vem para preocupar-mo-nos, ou simplesmente foi mais uma etapa vencida, é claro, como tantas outras, mas sabemos da falta provável de água, escassez que homem pouco ou nada se importa. Medições dão conta da nosso situação e mostram que de tempo em tempo, o nosso manancial vem diminuindo e sem reposição. Assistimos os avanços da medicina,da engenharia,das artes, das comunicações e outros, mas não sabemos como driblar as nossas próprias deficiências e que se assim prosseguirmos, estaremos fadados ao fracasso, conduzidos pelo próprio homem, que elimina, mata e destrói,e sem saber avaliar os rumos que estão seguindo e criando a já dita fadiga do planeta, vindo logo a revolta da natureza.(ajotage2011).
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