Como na postagem anterior, quando ficara na dúvida onde postar, aconteceu novamente, só que desta vez, por estar sonhado muito com o meu avô paterno, traçando a trajetória do meu pai para conseguir uma natureza generosa para a família que ele começara, me veio á mente a extenuada caminhada que fez por aqui. Estranho que fujo do título, onde tem Alô Mãe, para falar do pai. Volto atrás, quando citei as palavras do ministro francês Villéle, que dizia "tudo vem a seu tempo quando se tem jeito de esperar" e, com as minhas palavras diria: ...quando há tempo para poder dizer e se expressar. Abomino a bisbilhotice, mas sou daqueles que gostam de saber o que se passa e o que está acontecendo a sua volta. Não chego a atingir a intranquilidade, muito menos a impaciência por não saber do que se passa, mas sinto uma hiper trofia nos filamentos corpóreos, como se alguns músculos tivessem sido afetado a minha estrutura. Me conheço e sem que não entrego os pontos com facilidade. Não descarto também uma ajudazinha de palavras confortadoras, como as proferidas pela minha mãe, D.Léa, que não fazia força alguma para buscar no momento certo, quando de algum lugar a chamava e dizia "alô mãe". A sua afabilidade do outro lado sempre foi determinante, direta e concisa e, agora, entendo como me faz falta e como me dá vontade de dizer-lhe, "alô mãe" preciso de você.
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário