Parece até besteira abordar com concisão os dias que seguem, ou seja, os dias que virão...
Por acaso, algum vivente humano sabe exatamente o que virá em futuro que é o amanhã, duvido muito. A vida, apesar de todo o conhecimento humano dos Copérnicos, dos Einsteins, dos Marxs, dos que possuem um cérebro emocional voltado para a busca permanente do certo e do errado, tirando daí os seus próprios conceitos e pensamentos, sempre buscando diferençar o que seja a cidade e a roça, sem se distanciar do que foi ensinado por Nietzsche, quando fazia considerações sobre o que vai além do bem e do mal, enfim, o desdobramento natural das etapas do cotidiano intrincado, de um mundo que é todo nessa contemporânia idade da razão, voltado para o equilíbrio, focando quase na sua totalidade, o económico-financeiro - puro desastre. Os seres, chamados humanos, nunca estiveram tão próximos de um precipício, destarte a angústia e a busca permanente pelo certo e pelo errado, porque mesmo assim, não se chegou a lugar algum. Será que o que buscamos é na realidade um "ponto final"?
Esse sentimento já vem há muito atormentando os homens, haja vista o que escreveram os "escribas" na antiguidade. Faziam isso não para afrontar os "fariseus", que nada ou pouco tinham a perder, mas pela "onda" que os levavam a lugar, hoje sabido, nenhum.
Os dias que se seguem, com Obama, Putin, Almadinejad, Hugo Chaves e outros mandatários, seguirá tendo arrepios a cada dia que passa e a incoerência do saber e do querer, sempre caminharão como um empecilho voraz nas horas de decisões verdadeiras.
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