segunda-feira, 3 de maio de 2010
NIETZSCHE, DEVE-SE DUVIDAR DE TUDO
O grande pensador e filósofo Nietzsche, sempre encontrou as palavras certas para cada questão e momento da vida. Dissecava com frequencia o ilusório, a cabiça, o saber, a verdade e dentro dessa perspectiva que parecia momentânea, se inseria no obscuro paraiso das ações e pensamentos dos seres. Fez um voto que considero o principal tema do que escrevo neste momento: "de omnibus dubitandum", que quer dizer: DEVE-SE DUVIDAR DE TUDO". Conseguiu se expressar sobre as avaliações superficiais e perspectivas momentânea e o significado do verídico, do verdadeiro, mostrando a diferença entre a aparência, à vontade de enganar, ao egoismo e a cobiça e não titubeia em dizer que aquilo que constitui o valor das coisas boas e referenciadas, consiste precisamente, que elas são aparentes, ligadas e amaranhadas de forma insidiosa, por vezes, contrarias as aparencias. As avaliações e as oposições que o povo criou para apreciar os valores, os quais os metafísicos, sempre deixam transparecer, a não leveza e que levam para toda a vida, o valor fundamental
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