terça-feira, 4 de agosto de 2009
RISCOS NAS CORONÁRIAS-ATIVIDADE MENTAL(FINAL)
Continuando com as considerações da última publicação, queremos salientar que a pesquisa comprovou que a atividade mental dos pacientes submetidos a cirurgia coronariana, foi prejudicada bastante e de cada um paciente entre cinco, sofreram alguma alteração, a partir do momento em que a máquina assumira as funções do coração e dos pulmões - bombeamento e oxigenação. Após a pesquisa e a sua constatação, descubro o porquê dos momentos que antecederam a minha cirurgia, a orientação dos médicos da Beneficência Portuguesa, São Paulo, após o "cateterismo" de uma reeducação alimentar, descanso e contato com o elemento silvestre, além da caminhadas moderadas longe do estresse e do cotidiano, visando alcançar níveis mais estáveis, inclusive quanto à pressão arterial e a eliminação de gorduras no organismo. O estudo foi conduzido simultâneamente em diversos países, onde o Brasil se incluia. Os pesquisadores e médicos dos centros médicos nos Estados Unidos, Alemanha Ocidental, Itália, Suécia, Finlândia e Colombia, com o mesmo objetivo, aplicaram uma série de testes, antes da cirurgia e depois delas - uma semana aproximadamente - e dali após um ano. Os testes avaliavam as habilidades nas áreas de raciocínio, coordenação motoro, memória não verbal e o senso visual-espacial dos pacientes operados. Os resultados até então conhecidos, revelou que 20% dos pacientes que tiveram os seus corações/pulmões substituidos pela máquina, encontravam-se em depressão um ano após a cirurgia, no entretanto, salientaram, que as observações e conclusões, não eram definitivas. O Dr. Allan Wilner, do Hospital Israelita de Long Island, USA, avaliou que em muitos casos, a depressão diagnósticada, poderia ser de consequência da baixa oxigenação no cérebro durante o próprio ato cirúrgico. O estudo revelou também, que não houve qualquer prejuízo cerebral maior nos cardíacos, contudo, aventaram a hipótese de danos sutis em células cerebrais, quando do ato cirúrgico, conforme disse o Dr. Thorkel Aberg, um dos médicos participantes desse trabalho, pelo Hospital Universitário de Umea, na Suécia. Também até aquele instante, o estudo não mostrou as causas da resução na atividade mental, no entretanto, não descartaram que os atos cirúrgicos dessa natureza, poderiam causar complicações futuras, exemplificando que os filtros, muitas vezes, poderiam produzir pequenos coágulos que obstruiriam as artérias, inclusive as cerebrais, se ficassem por quinze segundos privadas da oxigenação.(joe gazio, 5/08/2009.
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