O ano de 2008 está quase chegando ao fim. Passou bastante rápido o último ano do mandado de George W. Bush, que doideira! Um homem que fez de tudo para conseguir uma guerra. Tinha tudo em suas mãos - alta-tecnologia, mentes brilhantes, milhares de dólares à disposição, a ONU {Organização das Nações Unidas}, dentro do quilatero novaiorquino e todos os afilados internacionais. Os que estavam fora das fronteiras, ou melhor, fora dos Estados Unidos da América, nunca imaginariam que a tomada do Iraque, que havia sido iniciada pelo seu pai em 1990, o também ex-presidente Bush, tinha uma máscara invisível e com objetivos que logo vieram à tona - "o oil"- petróleo. Invandiu o Afheganistão atrás supostamente de Bin Laden, que segundo a imprensa, fugiu para as cavernas nas montanhas - de difícil acesso, com Al Kaeda barbarizando os quatro cantos de um país já totalmente destruido, onde os que queriam sobreviver, tinham que viver nos buracos e nos escombros do que sobrou, aliar-se aos seguidores do Bin Laden e seus líderes, mas nunca, terem a coragem de admitir o objetivo primeiro que era o petróleo - sem o qual a América não sobreviveria. Foi uma gastança desmedida e com a bandeira de exterminar os terroristas, custasse o que custasse - o lema era acabar com esse Bin Laden, esteja onde estiver. Aí a coisa cresceu e os organismos como CIA ,os graduados do Pentágono, se voltaram para o Iraque, cujo ditador Sadam Hussein, de repente, passou a ser a principal alvo da América para libertar os povos do resto do mundo, pois segundo eles, tinha toda a parnafernália para fabricar a "bomba atômica", além de dar guarida ao terrorista número um do mundo, Bin Laden. Citei essa passagem para traçar parâmetros dos dois, com os meus gurus, um no campo das artes, Charlie Chaplin e o outro da Administração, Peter Drucker. O primeiro por fazer o mundo todo chorar, rir, alegrar-se e chorar, sem dizer uma única palavra e o Peter Drucker, pela sua capacidade de desenhar um quadro com todas as cores transparentes, criando o" The end of economic man"(O fim do homem econômico), obra voltada principalmente para as análises da econômia e da sociedade como um todo. Drucker nasceu em Viena, estudando na Áustria e Inglaterra, foi repórter e trabalhou como economista em um banco internacional, em Londres e assinava matérias para o The Wall Street Journal, além de ensinar Filosofia, Administração e Política, graduado em Business, na Universidade de Nova Iorque. Chaplin, nome que nos aremete ao futuro, estando no passado. Escreveu, Atuou, Dirigiu, Musicou, Montou a maioria de seus filmes, vindo de uma família...
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