domingo, 21 de dezembro de 2008

LOS HERMANOS DE BOLIVIA, EQUADOR E VENEZUELA

Conheço muita gente que está de "saco cheio" das "facilities"e "avail' sempre dado pelo governo brasileiro aos bolivianos, equatorianos e venezuelanos.
Recentemente até a dívida da Bolívia para com o Brasil, obteve do nosso presidente a liberação, ou seja, foi perdoada, parecendo-nos que esse perdão deveu-se a situação crítica dos nossos "hermanos" e proximidade das relações de Evo Morales junto ao Presidente Luis Inácio Lula da Silva. O episódio chocou a todos nós, que temos que pagar as dívidas contraídas aqui em nosso país, que nos levam até as raias da justiça, para receberem o que lhes é de devido. O fato de não termos aqui no Brasil, nenhum perdão para as novas dívidas, onde os credores utilizam toda a sua força jurídica e manobras legais de quem detém o poder, por vezes, conseguindo decisões que até Deus duvida. As grandes empresas e os grandes conglomerados aqui instalados, que recebem sempre as "benesses" do poder público, não hesitam em deflagrar a sua fúria, oficial e legal, sobre nós "tupiniquins" que nada ou quase nada podemos fazer. Eventualmente, quando recebemos por parte do judiciário alguma ajuda, pela aplicação das leis,
na realidade, nada mais ocorre, do que se fazer justiça aos devaneios e desmandos dos que "podem"contra os que pouco ou nada podem fazer. Aí, um alarido indescritível da mídia dão a impressão que os coitadinhos, como somos chamados, venceram a batalha que lhes era digna. Não podemos louvar essa situação que é quase rotineira. Esse relatado insano e doloroso cada dia mais parece-nos não ter fim. Não sabemos a quantas andam as nossas relações diplomatícas com os nossos "hermanos" vizinhos. Recentemente o atual presidente boliviano, com o apoio de Hugo Chaves, grande produtor de petróleo(Venezuela), incentivou o presidente Evo Morales da Bolïvia, a posicionar seus canhões contra as refinarias da Petrobrás, cediadas em território boliviano, nacionalizando-a e com truculência, colocando os seus militares no portão principal do complexo, não permitindo inclusive, que os nossos nossos técnicos, voltassem a trabalhar. Uma afronta, um absurdo. Foi mais um recado desses "hermanos" quase dizendo "vão plantar batatas em outra área, aqui não é a casa da mãe Joana" replicando um dito popular. A surpresa maior viria logo em seguida com a aceitação e concordância do planalto brasileiro. A justificativa fôra a situação de pobreza dos bolivianos, maioria índios, que inclusive já teriam alcançado poderio suficiente para obrigar o Evo Morales, a tomar a decisão de nacionalização. Simultâneamente, vem o Hugo Chaves, que deseja perenar no poder na Venezuela, apoiar a decisão dos bolivianos, distribuindo recados pela imprensa sul-americana e mundial, com o objetivo de pressionar o Brasil, salientando, sem nenhum constrangimento, que o Presidente Lula, daria apoio incondicional para que a Petrobrás, aceitasse as condições impostas pelos bolivianos. O tempo foi passando e parece que tudo ficou "arreglado "junto aos nossos "hermanos" e, que a Petrobrás, aceitaria ser mais solidária com os ânseios bolivianos e Chavistas. Assim, volto a repetir, que tivemos que nos submeter aos desatinos impostos, onde a força política foi mais uma vez vitoriosa, superando a legalidade estabelecida, impondo, de qualquer maneira, uma derrota não só política, mas moral para o Brasil. Joe Gazio, Dez 08.

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