terça-feira, 8 de julho de 2008

NÃO PODEMOS DESANIMAR - Início

Desde pequeno, naquele vai e vem do Meier para Nova Iguaçu, ouço com augústia o que o nosso "guia de águia" - Rui Barbosa, escreveu e virou uma certidão para os que não tinham mais esperança em coisa alguma. ""Sinto vergonha de mim" veio em um momento de extrema complexidade da nossa sociedade,onde a derrota das virtudes pelos vícios era fato costumeiro e não se conseguia enxergar uma luz no final do túnel. Não podemos e não devemos desanimar em nada, principalmente nos propósitos saudáveis e progressistas, nem que seja para um julgamento, se ocorrer, em um futuro, que pode até não ser dos melhores. Rui Barbosa, que foi o grande dona de uma cadeira na Academia Brasileira de Letras, escreveu amargurado: "Sinto vergonha de mim por ter sido educador de parte desse povo, por ter batalhado sempre pela justiça, por compactuar com a honestidade, por primar pela verdade e por ver este povo já chamado varonil enveredar pelo caminho da desonra. Sinto vergonha de mim por ter feito parte de uma era que lutou pela democracia, pela liberdade de ser e ter que entregar aos meus filhos, simples e abominavelmente, a derrota das virtudes pelos vícios, a ausência da sensatez no julgamento da verdade, a negligência com a família, célula-mater da sociedade, a demasiada preocupação com o "eu" feliz a qualquer custo, buscando a tal "felicidade"em caminhos eivados de desrespeito para com o seu próximo. Tenho vergonha de mim pela passividade en ouvir, sem despejar meu verbo, a tantas desculpas ditadas pelo orgulho e vaidade, a tanta falta de humildade para reconhecer um erro cometido, a tantos "floreios"para justificar atos criminosos, tanta relutância em esquecer a antiga posição de sempre "contestar", voltar atrás e mudar o futuro. Na minha continuação, também inserirei o restante do que chamo de certidão dos desesperançados, contudo, gostaria de chamar à atenção para algumas de suas palavras como compactuar com a honestidade e primar pela verdade...enveredar pelo caminho da desonra> aí fico pensado nos acontecimentos recentes das falcatruas de integrantes do Congresso Nacional Brasileiro, homens e mulheres que colocamos lá para ditar as normas por onde devamos passar e seguir e, que de repente, só pensam em si e em busca de felicidade pessoal e quase como um "deseperançoso grito angustiado" de ter que entregar aos filhos da pátria mãe querida, a derrota das virtudes, da negligência com a família e cita que ela, que se ouve pouco dizer, ser a célula-mater da sociedade e seguindo, rechaça o comportamento de todos, pela passividade como aceitamos as coisas e criamos desculpas para não reconhecermos os erros cometidos, usando subterfúgios para a justificação da nossa posição de relutância da vontade de contestar e voltar com o intento de mudar o futuro. Continuaremos da próxima..., joe gazio,ajotage 8/07/08/.

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