quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

TEORI ZAVASCKI, O ELO QUE DESATOU A LAVA-JATO

Sempre estou buscando explicações para os acontecimentos, seja ele qual for, onde quer que tenham ocorrido, época que aconteceu - muitas dispensam comentários e explicações, ao passo que outras, não podemos deixar de pensar que há interrogações assustadoras, diria inverossímeis, inacreditááveis!
O mundo que outrora foi pequeno para que as notícias fossem divulgadas, muitas coisas passavam despercebidas outras nem tanto; o mundo dos nossos dias, diante do poderio das comunicações,  não só prometem, como mostram quase que simultaneamente as mudanças que ocorrem mundo afora, seja onde for1
Não pretendo me alongar citando ou relembrando acontecimentos que mexeram com o dia a dia  das pessoas e dos países - fatos que aconteceram e deixaram o mundo perplexos, pois mudariam se não tudo, a trajetória do que parecia formalíssimo, mas que o "destino" quiz que fosse mudado ou não sabemos por quem que fosse assim - uma entidade superior ? O Criador dos céus e da terra, o grande arquiteto do Universo ? Creio que nunca saberemos!
Agora mesmo com o desaparecimento do juiz TEORI ZAVASCKI, do Supremo Tribunal Federal, que foi nomeado pelos seus pares do STF como "RELATOR' da Lava-Jato, o MAIOR ESQUEMA DE CORRUPÇÃO DO MUNDO, ocorrido no Brasil, envolvendo grandes personalidades e políticos de relevo, que até então pareciam de ilibada conduta, mas que era uma enganação, um "ledo engano"!
O juiz que se foi no dia de hoje, por um "acidente aéreo", quando a aeronave em que viajava, um bimotor que saíra de São Paulo, capital, rumo ao litoral de Paraty, no Rio de Janeiro, caiu com mais 4 pessoas, incluindo o piloto e o proprietário do avião, cujas causas da queda serão apuradas; o juiz era incansável na busca da verdade, tentando dentro do seu cabedal jurídico, reconhecidamente até pelos seus pares do Supremo e dos estilistas do âmbito da jurisprudência, pelo seu conhecimento, fruto de estudos pessoais, que ninguém poderia tirar-lhe!
O abismo é muito grande entre as estratégias que culminam em criar "derrubadas" de estilos ou mesmo dos que não se vendem, mantendo sua conduta sempre transparente e ilibada conduta.
A História mostra com clareza acontecimentos que mudaram a trajetória e os rumos do mundo, começo citando o próprio complô contra JESUS CRISTO, que sem nenhum culpa, foi julgado sumariamente, sem provas cabais, crucificado numa cruz, na forma que todos da Cristandade conhecem, mesmo numa época quando a comunicação era quase nenhuma, não existia Internet, nem meios de comunicação, como rádio, jornais, telefones e outros elementos que conduzissem com mais rapidez o que vinha acontecendo.
Muitos fatos foram importantíssimos e muitos, MUDARAM  a trajetória do mundo e da VIDA de muitos, de países e regiões e seus Continentes!
Adolf Hitler, cuja tática e destreza, quase conseguiu seu intuito, com o seu estilo de liderança, política e militar, resultou na Segunda Guerra Mundial, que ainda bem, foi destronado do seu intento e massacrado pelas Forças Aliadas, do contrario, continuaria eliminando milhares de pessoas, pelas mais bárbaras atrocidades de "matança".
Albert Einstein, com a sua Teoria da Relatividade, mostrou que o tema é alguma coisa para a eternidade, que irá mudar a trajetória  do futuro, como foi com a Lei da Gravidade de Newton, a Invenção do Telefone e a do próprio Carro, movido a um tipo de combustível; Copérnico, que mostrou que a Terra girava em torno do Sol, que só foi acreditado e aceito depois de dezenas de anos e até séculos.
Em 1929, o pânico tomou conta da cidade de Nova Iorque, com a quebradeira, originando a Grande Depressão nos Estados unidos da América.
Em determinado momento da História Americana, dois Continentes buscando a supremacia, gastavam tudo que tinham para alcançar resultados que acreditavam, levando ao assassinato de John KENNEDY, depois posições políticas controversas entre a América e a União das Republicas Socialistas Soviética(URSS), teno como "pano de fundo" s briga das potências, EUA e URSS e CUBA do Ditador recentemente falecido Fidel Castro.
Foram tantos os fatos mundo afora, que não gostaria de continuar narrando, mas com certeza, MUDARAM AS FACES e os acontecimentos.
Por aqui no Brasil, recentemente descobriram que o ex-presidente LUIZ Ignácio LULA da Silva, que foi presidente por dois mandatos, enxovalhou a ECONOMIA NACIONAL, destruindo, com diretores colocados na PETROBRAS, pessoas da sua confiança, petistas, que lá foram colocados para arrombar os COFRES DA ESTATAL, a maior empresa Latino-Americana, no maior ROMBO da História do Mundo, numa operação levada adiante pelo juiz Sérgio Moro, de Curitiba, que hoje é reconhecidamente o grande pai da Operação Lava-Jato, tendo como principal investigado o ex-presidente LULA, onde o juiz Teori Zavascki, era o Relator, que conseguiu numa manobra da 
Delação Premiada de quase 70 executivos da ODEBRECHT, a maior construtora brasileira, com atividades no exterior, cuja HOMOLOGAÇÃO dessas delações se daria agora em fevereiro de 2017, como fora planejado por Teori Zavascki, que agora nos deixa e vai para a ETERNIDADE.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

ANDANÇAS DE FINAL DE ANO NA EUROPA

Começa tudo no dia 16 de dezembro de 2015 e vai até o dia 19 de janeiro de 2015; Barcelona, Madrid,Lisboa, Sevilha, Valência, Viena finalmente Munique - exatos 33 dias, a mesma idade da morte de Jesus Cristo, segundo o Livro Sagrado. Teve de tudo nessa viagem fantástica. Marlene Gazio, Juliana Gazio,Bruno Coelho e quem vos escreve, Adalberto Gazio. Enfrentamos quase todos os tipos de transportes - avião, metro, taxi, trem expresso(quase bala) e o vagaroso e ultrapassado trem lusitano, de Portugal. O frisson era grande por parte de Juliana e do Bruno. Juliana, uma viajante contumaz, da Europa aos Estados Unidos, sai agora, acompanhada do namorado Bruno e na companhia dos pais. Bruno, na qualidade de tudo na farda da Marinha do Brasil, falando ingleês e alemão, deu o seu toque idiomático, sem ferir os demais, que de alemão só sabiam, que era da terra que tem Angela Merkel, que por sinal, é a grande vitoriosa, trazendo uma bagagem enorme de decidir e decidir certo e quase empre coerente. Nos jornais por onde passamos, as manchetes pouco ou quase nada falavam ou davam notícias do Brasil, ao passo que no taxi e nos restaurantes, todos conheciam o dilema brasileiro e a falta de diretrizes por parte dos responsáveis pela Nação; lá no exterior, o nosso cartaz, que antes era muito bom, por Ayrton Senna, por Pelé, Rivelino, Felipão e outros, agora, conhecem a nossa sina vergonhosa de tentar esconder as roubalheiras e o descaso com o país. Assim, os dias foram passando e, nos enfrentando o frio de -6 graus na Austria e -9 em Munique. Vivenciamos esses dias,sabendo que as diferenças são enormes entre o Brasil e a maioria dos países da Zona do Euro. Euro fortalecido, com abundância de tecnologia, até mesmo nos logradouros públicos, sem falarmos na exatidão dos horários dos trens e metrô. Para nós brasileiros, nesses países a comida é cara e o café da manhã também.As hospedagens pelo sistema escolhido, foi até bem mais econômico, muitos até parecendo estarmos em nossa própria casa.

domingo, 15 de novembro de 2015

O VAI E VEM DOS DIAS (NO SÉCULO XXI)

Meu avô por parte da minha mãe não era um cara "chato", como dizem os jovens de hoje, quando se referem aos mais velhos, principalmente os avós - chamam-nos de tudo enquanto jovens - chato, ranzinza, etc. Esses adjetivos com o passar da vida e dos anos, mostram-nos o quanto perderam a oportunidade de aproveitar a vida, o presente, ao lado dessas pessoas, que só chegamos por aqui, graças a eles. Seguimos em frente, tocando o que queria dizer e falar a respeito do vaie vem dos dias, sem o qual muitos não poderiam se manifestar dessa forma. Esse meu avô por parte de minha mãe, chamava-se Pompeu dos Reis Freire - fez de tudo na vida, suas facetas sempre eram coroadas de muito deslumbramento por todos nós que o cercavámos, muitas das vezes atônitos por não acompanhar os acontecimentos, narrados pelo próprio e por outros da convivência dos que nos rodeavam. Ele, antes de mais nada era uma brilhante contador de história e, lembro-me de algumas, não de todas, mas de algumas. Reconhecia no Mauá, uma pessoa que sempre lutou muito para crescer profissionalmente e nas riquezas. Uma certa tarde, lembro-me como se fosse hoje, embaixo de uma árvore, dizia que Irineu Evangelista de Souza, mais conhecido por Mauá, empresário e político brasileiro, construiu em 1854, a primeira ferrovia do Brasil, assim como Getulio Vargas, foi o pai das Leis Tabalhistas, que visava dar proteção maior aos trabalhadores. Voltando ao Mauá, essa estrada de ferro, que foi denomina Mauá, fazia o percurso do Rio de Janeiro a Raiz da Serra, já em Petropólis, depois de passar por "Pau Grande", terra de um dos maiores jogadores brasileiros, Carrincha. As histórias que me contava, ainda permanecem na minha imaginação, mesmo depois de passar dezenas de anos. Nesse mesmo dia, além de Mauá, falou muito sobre Getúlio Vargas, dizia um "gaúcho baixinho,mas decidido" e, continuava dizendo das suas obras como a Usina Siderúrgica Nacional, montada lá em Volta Redonda, no Estado do Rio de Janeiro, onde os altos fornos, transformavam o minério bruto em lingotes entre outros, para uso da nossa indústria manufatureira, que depois do desenvolvimento dos ingleses, a era industrial veio com toda a força; abriu um parágrafo para voltar a se referir ao Mauá, que teve a visão dessa era graças ao aparecimento da "máquina a vapor", que muito contribuiu para o desenvolvimento industrial do mundo e, o Brasil, através de Mauá, estava presente. Voltando a Getúlio Vargas, o homem que foi militar, ditador, Presidente do Brasil, foi também o grande criador da Petrobras, por acreditar, como Mauá, que para alcançarmos o progresso, precisaríamos de combustível e manufaturados - além do dinheiro, sem o que nada iria pra frente. Mauá foi também quem fundo o Banco do Brasil, dizia vovô - como poderíamos avançar, sem guardar o dinheiro em um lugar seguro e fazer com ele uma série de investimentos. Todos dizem hoje que vivemos dias complicados e um dos mais renomados jornalistas da Globo, William Waac, falou do momento esquizofrênico que vivemos - e o mais grave, vem atingindo a todos. A intranquilidade no momento é mundial, as realidades do Al-Queada, Jihah e outros califados terroristas, agora, são uma realidade. O aparecimento do Estado Islâmico, nascido nos escombros do Iraque e a queda da Síria, vem tumultuando a vida de todos nós - agora mesmo, nesse dia 13 de novembro, uma sexta-feira 13, deveras de arrepiar o pensamento e os corações do que já haviam se esquecido que o "terrorismo" existe e, está presente em nossas vidas, queiramos ou não. Gente insatisfeita com as suas sorte, movidos por vingança, falta de amor, que pode ter começado no seio da própria família. Estamos entristecidos por tudo que vem acontecendo, muito embora, a HISTÓRIA, narrada e contada por Heródoto, mostra-nos que o mundo em que vivemos, salvo raríssimas exceções, que o mundo depois do episódio de Abel e Caim, com um dos irmãos matando o outra, que nunca saberemos as causas. Tentamos levar a vida sem ficarmos traumatizados pelos acontecimentos, mas que eles fazem parte do nosso dia a dia, é uma realidade. Temos que imaginar que o "amor"ainda existe e que as pessoas se entendem e são felizes - muito embora, sibamos que os valores humanos estão mudados. O Brasil agora com mais de 203 milhões de habitantes, as mulheres sendo 56% desse contingente populacional, muito maior que os homens, avançando muito rapidamente na quantidade, mas cada dia mais a qualidade das pessoas, estão longe da estabilidade, pois por mais que não se admita, vivemos diante de insegurança e da falta de entendimento entre as pessoas, que a cada instante, se afastam mais e mais da paz e da tranquilidade. Sempre cito os meus descendentes, principalmente os meus avós, um deles, o Pompeu, dizia sempre, já naquela época: "o mundo cresce e crescem as necessidades e o desamor, vai reinar em todos os recantos do planeta - os homens não conseguem se entender e se harmonizar e, o vil metal estará sempre na frente de tudo"; vovô tinha razão. Cabe a todos nós que estamos ainda por aqui, pelo menos tentar viver de forma mais harmoniosa e normal, como estabece os nossos "emolumentos" de dignidade e paz!

sábado, 17 de outubro de 2015

O LIVRO DE CABECEIRA DE HOJE, AMANHÃ, PODE SER OUTRO

iv dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"> Sempre tencionei escrever sobre o tema. Muitas vezes, por falha da imaginação o assunto era delegado para o "amanhã", que nem sempre chegava ou se apresentava em nossa direção.
Não somos nenhuma enciclopédia - ambulante ou não.
O fato é que se afiguram como definidas algumas leituras, que como dizem "no frigir dos ovos" dão o toque para o que seja mais prazeroso e realmente fazem a diferença. O livro de cabeceira, realmente é aquele que é buscado incessantemente, visando o complemento do momento vivido ou mesmo dos ensaios que se dão sem que percebamos, mas segue no embalo do dia a dia. Todos nós que gostamos de fazer da leitura um hábito, tem por vezes, buscar em outros escritos, em outros autores, mesmo fora do seu país de origem, cabeças pensantes, que buscam colocar pra fora, os enredos triviais, formatações das ideias, baboseiras envolventes ou não, mas que deixam a sua marca e o seu encontro concatenado dessa união e conclusão. Tudo para dizer que o seu ontem, difere do de hoje, e o seu amanhã, naturalmente, poderá ser diferente - o que almejamos agora, hoje, muito provavelmente ficará longe do conceito e tendências, sem dispersar, sem mecanizar. Tudo será fruto do corolário de pretensões e equilíbrios buscados no antes e depois de dormir. O acordar será sempre prazeiroso com as novas ideias e novos anseios, e é claro, trarão sempre novidades na busca do equilíbrio para a continuidade da jornada. Como se vê, o dia de ontem pode ter sido satisfatório e bom, podendo ser diferente dos seus anseios de hoje, deu para entender ? A busca é sempre permanente e basicamente sem volta. A ótica e o foco, podem e mudam, por mais que não estejamos preparados, muito embora, buscar as mudanças, ou pelo menos saber que acontecem e nem sempre são perceptíveis, assim, podemos dizer "inesperados". Por mais que os objetivos buscados fazem parte do viver, nem sempre chegam como queremos. A espera pelo inesperado não existe, ACONTECE. Ai, somos defensores dos que imaginam e pensam que "esperar o inesperado", muito embora pareça natural, não o é - ele acontece quase sempre quando não estamos ligados e prontos para recebe-lo. O livro de hoje na sua cabeceira, amanhã, sem que saibamos, pode ser outro completamente diferente: em conceito, em estrutura e em interação.

A TRAJETÓRIA DE UMA VIDA

Uma história quase real que começamos agora, mais de 70 anos depois do seu início. Difícil é começar, o que já foi iniciado e desapareceu, mesmo na era da informática. Não tem problema, podemos começar enquanto há tempo. Uma relíquia guardada não a sete chaves, mas no "brain", e a sua busca, sua formatação, seu histórico, os atropelos naturais da vida, ou melhor da luta pelo dia seguinte, que pode muito bem ser avaliado, sem muito esforço, desde que haja transparência na forma de ser contada, escrita e entendida. Não é uma trajetória de horror, mas de amor, muito amor de família, que ao longo do tempo, vai se transportando a medida que o tempo vai passando, de uma forma natural e sem escorregão. - Na realidade, o seu começo se dá muito antes da vinda ao mundo. A narrativa se concentra em lugares próximos, muito embora, por vezes, a menção de outros lugares, fora de um Estado, de um Município e de um Bairro. A cidade principal é a do antigo Estado da Guanabara, no estado, hoje Estado do Rio de Janeiro, Brasil, e, em plena Segunda Guerra Mundial, e como tudo no mundo, nem sempre o "mar é de tranquilidade" e a "representatividade" aqui colocada não é simplesmente uma retórica de uma época, de vidas envolvidas, alguns já descansando na eternidade, mas que deixaram a sua presença na família que criaram, através dos laços do encontro de um homem e uma mulher, sempre unidos pelo amor, nunca por outros interesses econômicos, financeiros e/ou de rendas provenientes das uniões - muito embora, nem sempre as famílias se associavam plenamente na tarefa associativa, com o enriquecimento de fatores nem de leve marcados nos nossos dias, como consolidar ainda mais o amor e o prosseguimento do caráter, assim como os símbolos que vem de berço, vindos dos históricos de família na concepção da sociedade constituída. A existência continua sendo uma incógnita sob todos os sentidos, a verdade é só uma, nem sempre pronta para ser descortinada. Seria prematuro e até deselegante, traçar ou desenhar os mais intrincados acontecimentos do começo; tudo tem seu começo -, tem começos que nem sempre estão dispostos, ou seja, abertos e do conhecimento dos interessados. Traçando essa trajetória, que nem sempre são conhecidas plenamente, não porque não foram desvendadas, mas até por esquecimento ou inobservância dos fatos, que poderiam ser importantes não não época, mas que de repente, precisam vir à tona e serem lembrados. Dona Elvira e senhor Manoel, fazem parte da história e não podemos menosprezar alguns dos acontecimentos. O senhor Manoel, por absoluta falta de conhecimento mais detalhado de como apareceu na história, não vai ser preciso recriar passagens ou seu histórico. Ja dona Elvira, figura considerada "ranheta" e provida somente de intolerância no tratamento com os mais novos, bisnetos, que por incentivo chamado "vergalhão", nome originário no trabalho e tudo indica tenha sido por uma falha na estrutura bucal, que mal trabalhada, deixou uma parte superior da arcada dentária, um quase esqueleto dentário, na realidade, falha na construção ou mesmo uso indevido de material necessário, mas pouco importa e vamos continuando essa trajetória, mostrando que havia o fenômeno, hoje quase natural, do desrespeito no tratamento, com chacota desinibida, com certa dose e furor de responsabilidade, somente para fustigar o senso crítico do lado mais velho. Assim, como o tempo passa bem rápido, podemos dizer que são passagens sem muita importância, mais que se aliam ao futuro, como simples fator de realidade, para o prosseguimento da trajetória. Parece até conversa de "bebum", que outra intenção não há, senão fazer chegar à tona, o desenvolvimento dessa trajetória. Desdobramento é natural em qualquer história, mesmo as praticadas dentro da realidade, ou sendo fictícia, com novos personagens e o aparecimento de lugares até então nem citados e mencionados, mais que passam a fazer parte da grande estrutura do que está sendo narrado.

terça-feira, 21 de abril de 2015

METÁSTASE 2003/2015

Mudanças acontecem todos os dias, mas quando vivenciamos as não planejadas e não percebidas, se transformam em tragédias, nem sempre para todos e, ai só nos resta enfrenta-las na busca de novos caminhos, em que esfera for - desde que seja melhor que a situação anterior. As mudanças planejadas pelo PT para o futuro, foi sem dúvida um método dos mais audaciosos, mas que no seu bojo, tinha como objetivos claros e bem delineados, e vem sendo assim desde 2003 até os nossos dias. O PT, como disse a revista semanal VEJA, aparelhou as estatais, para cobrar propinas de empresas que mantém contratos com elas e, com o dinheiro arrecadado, fruto dos desvios, abastece as campanhas políticas e as contas bancárias de seus militantes e aliados. Tudo começou, pelo que se sabe, pelos CORREIOS. Lula entregou as principais diretorias da estatal aos partidos aliados - as licitações eram dirigidas para beneficiar os empresários que pagavam "propina" - o dinheiro então era distribuídos entre os parlamentares governistas. O método foi revelado em 2005 por VEJA e deu origem ao escândalo do MENSALÃO. A imprensa televisiva, também mostrou o método e flagrou o recebimento da propina, divulgado e alardeado para os quatro ventos e, todo o Brasil assistindo chocado. Em seguida, veio o IRB Brasil RE(Instituto de Resseguros do Brasil, IRB). O modelo de corrupção instalado, criado pelo governo petista, estendia-se a outras estatais, com metas fixas de arrecadação da propina. O assunto causou um furor ainda maior, quando o Presidente do IRB revelou que entregava pessoalmente ao presidente do PTB, Roberto Jefferson, mesada de R$400 mil reais. Aí veio a descoberta de que o BANCO DO BRASIL, fazia parte do esquema. A Polícia Federal e o Ministério Público descobriram que a maior parte da propina do "mensalão", 150 milhões de reais, saiu dos cofres do Banco do Brasil, para compra de apoio político e, dirigentes do PT simularam contratos de publicidade; o assunto obteve a ampla cobertura da imprensa brasileira e do exterior. Em seguida veio a INFRAERO, Aeroportos Brasileiros, que sob o controle de políticos - diretores da estatal comandavam o gerenciamento das licitações para empreiteiras previamente marcadas, em troca de propina. A investigação mostrou que estão envolvidas no "esquema", as maiores construtoras do país. Veio logo em seguida a PETROBRAS, a maior estatal brasileira, como ações no Brasil e em Nova Iorque e, mesmo com os "mensaleiros"presos e condenados, a corrupção continuou com o processo dos desvios, mesmo dentro do governo de Dilma Rousseff - as empreiteiras, pagaram como disse a revista, pelo menos 4 bilhões de reais em propina. Logo em seguida a Polícia Federa, descobriu que a mesma tecnologia usada e colocada em prática no Banco do Brasil, foi utilizada na Caixa Econômica Federal. O ex-secretario de comunicação do PT, deputado André Vargas, no momento que escrevíamos esse blogger, já preso, direcionou contratos de publicidade para agências, que a revista chamou de "comparsas", ou seja, faziam parte do esquema. Como a Veja se referiu, o câncer da corrupção se espalhou por todos os órgãos públicos e a Polícia Federal acorreu as desvios na ELETROBRAS - Eletronorte, onde um ex-diretor da estatal foi preso por enriquecimento ilícito. Em seguida, a ELETRONORTE - Eletronuclear, empresa responsável pelas usinas nucleares, também foi cooptada. Em depoimento à Polícia Federal, o presidente da Camargo Corrêa, empreiteira de sucesso no Brasil, se comprometeu a pagar 30 milhões de reais em propina ao PMDB, para vencer a licitação, tendo a revista Veja chamado de "propina radioativa". Não é à toa que consideramos a "vida é cheia de curvas", uma reflexão de Eugenio Mussak, em Vida Simples e, ainda precisamos sempre estar atentos para "Espere o Inesperado", (ou você não o encontrará), de Roger Von Oech, uma ferramenta baseada nos Ancestrais como Heráclito. A matéria da revista Veja, foi conduzida magistralmente pelos jornalistas Daniel Pereira, Robson Bonin e Hugo Marques, a quem creditamos o maior conteúdo do nosso blogger.(ajotage)2015.

segunda-feira, 13 de abril de 2015

AS TRAVESSIAS DA VIDA

Que a vida é cheia de curvas, quase todos sabemos - o importante é como faremos essas travessias, sim porque para estarmos aqui, já as fizemos inúmeras vezes, não é verdade ?
Reflitam comigo e respondam sem pestanejar: qual foi a travessias mais importante de sua vida - a conclusão de um curso/universidade; o casamento; o nascimento de um filho; o trabalho conseguido, almejado há muito tempo ou uma outra "travessias" não descrita aqui ?
Ezra Solomon, da Universidade de Stanford, em S. Francisco,CA, USA, foi meu professor e consegui captar uma das suas teorias, que pode ser aplicada para a situação das "travessias da vida" - nada na atividade humana, que passa nos vários planos das nossas atividades do cotidiano - aliás que devem ser feitasst sempre, não necessariamente, indicam ou mesmo mostram que no final de um projeto, no nosso caso, travessia, será como planejado. Ledo engano, nem tudo, é a pura e cruel realidade. 
Primeiro, porque nas travessias, sempre encontraremos todos os tipos de empecilhos, alguns que podemos chama-los de natural e outros que se colocaram na nossa frente, quando menos esperamos. Aí me vêm o pensamento do livro de um "polonês", que sempre me debruço sobre ele que é: Espere o Inesperado ou ele não acontecerá - estranho ou babaquice, para uns, para mim, repleto de certezas, para as incertezas que nos deparamos no andar e passar dos tempos.
Voltando ao tema, vamos lembrar o que disse Eugenio Musak no seu livro "A vida é creia de curvas" - não é só uma realidade, diria verdadeira, mas pertinente ao passar dos nossos dias por aqui, na terra, é claro!
Ele cita que as coisas, podem sair dos trilhos e que devemos buscar as qualidades do que foi de melhor, para cultivar, para acalentar e dar feitio a nossa existência, encurtando assim os períodos  de turbulência, que não são poucos ao longo da nossa jornada, principalmente separando-se o que foi lucido e o que desequilibrou. Simples, parece, mas não é, por diversas vezes na vida, o que parecia comum e simples, um sonho, como diriam outros, precisa na realidade de disciplina e inteligência. Não podemos e não devemos nos apegar a qualquer coisa, por pequenos sinas emblemáticos, precisam que denotem objetivos claros, para que as incertezas sejam dissipadas naturalmente, para não ficarmos na escuridão ou a beira do precipício.
Não temos que obrigatoriamente estarmos prontos para os acertos e para as verdades - aliás, elas serão sempre pré-julgadas e receberão conotações diferentes. Todos nós acertamos e erramos, por muitas vezes ao longo da "travessia". 
Examinar permanentemente como "estamos indo", como estamos levando a vida e quais a soluções que encontramos para cada caso, não é tarefa fácil.
Temos que considerar que qualquer ação vinda do nosso dia a dia, traz consequências para muitos seres, alguns que até estão ao nosso lado, repercutem de maneira direta na vida deles - dizem que cada um tem seu "destino", mas na maioria das ocasiões, as interferências dos outros é que fazem a diferença.
Não podemos nos fingir de mortos, para determinados problemas, que só vão adiante, graças a nossa atuação, nem sempre acertadas.












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