sábado, 17 de outubro de 2015
A TRAJETÓRIA DE UMA VIDA
Uma história quase real que começamos agora, mais de 70 anos depois do seu início.
Difícil é começar, o que já foi iniciado e desapareceu, mesmo na era da informática. Não tem problema, podemos começar enquanto há tempo. Uma relíquia guardada não a sete chaves, mas no "brain", e a sua busca, sua formatação, seu histórico, os atropelos naturais da vida, ou melhor da luta pelo dia seguinte, que pode muito bem ser avaliado, sem muito esforço, desde que haja transparência na forma de ser contada, escrita e entendida. Não é uma trajetória de horror, mas de amor, muito amor de família, que ao longo do tempo, vai se transportando a medida que o tempo vai passando, de uma forma natural e sem escorregão.
- Na realidade, o seu começo se dá muito antes da vinda ao mundo. A narrativa se concentra em lugares próximos, muito embora, por vezes, a menção de outros lugares, fora de um Estado, de um Município e de um Bairro.
A cidade principal é a do antigo Estado da Guanabara, no estado, hoje Estado do Rio de Janeiro, Brasil, e, em plena Segunda Guerra Mundial, e como tudo no mundo, nem sempre o "mar é de tranquilidade" e a "representatividade" aqui colocada não é simplesmente uma retórica de uma época, de vidas envolvidas, alguns já descansando na eternidade, mas que deixaram a sua presença na família que criaram, através dos laços do encontro de um homem e uma mulher, sempre unidos pelo amor, nunca por outros interesses econômicos, financeiros e/ou de rendas provenientes das uniões - muito embora, nem sempre as famílias se associavam plenamente na tarefa associativa, com o enriquecimento de fatores nem de leve marcados nos nossos dias, como consolidar ainda mais o amor e o prosseguimento do caráter, assim como os símbolos que vem de berço, vindos dos históricos de família na concepção da sociedade constituída.
A existência continua sendo uma incógnita sob todos os sentidos, a verdade é só uma, nem sempre pronta para ser descortinada.
Seria prematuro e até deselegante, traçar ou desenhar os mais intrincados acontecimentos do começo; tudo tem seu começo -, tem começos que nem sempre estão dispostos, ou seja, abertos e do conhecimento dos interessados.
Traçando essa trajetória, que nem sempre são conhecidas plenamente, não porque não foram desvendadas, mas até por esquecimento ou inobservância dos fatos, que poderiam ser importantes não não época, mas que de repente, precisam vir à tona e serem lembrados.
Dona Elvira e senhor Manoel, fazem parte da história e não podemos menosprezar alguns dos acontecimentos. O senhor Manoel, por absoluta falta de conhecimento mais detalhado de como apareceu na história, não vai ser preciso recriar passagens ou seu histórico. Ja dona Elvira, figura considerada "ranheta" e provida somente de intolerância no tratamento com os mais novos, bisnetos, que por incentivo chamado "vergalhão", nome originário no trabalho e tudo indica tenha sido por uma falha na estrutura bucal, que mal trabalhada, deixou uma parte superior da arcada dentária, um quase esqueleto dentário, na realidade, falha na construção ou mesmo uso indevido de material necessário, mas pouco importa e vamos continuando essa trajetória, mostrando que havia o fenômeno, hoje quase natural, do desrespeito no tratamento, com chacota desinibida, com certa dose e furor de responsabilidade, somente para fustigar o senso crítico do lado mais velho.
Assim, como o tempo passa bem rápido, podemos dizer que são passagens sem muita importância, mais que se aliam ao futuro, como simples fator de realidade, para o prosseguimento da trajetória.
Parece até conversa de "bebum", que outra intenção não há, senão fazer chegar à tona, o desenvolvimento dessa trajetória. Desdobramento é natural em qualquer história, mesmo as praticadas dentro da realidade, ou sendo fictícia, com novos personagens e o aparecimento de lugares até então nem citados e mencionados, mais que passam a fazer parte da grande estrutura do que está sendo narrado.
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