Cada dia fica mais difícil viver normalmente no mundo dos nossos dias. Há uma febre desordenada pipocando no passar dos dias em que por aqui estamos vivendo - é uma aventura de viagem esse dia após dia. A abordagem nesse instante não vai alimentar o ego daqueles que gostam de numerologia, social não sei o quê e outros "preguetes" mais(usando um pouco esse português desarrumado e enfadonho), para marcar o espaço dessa aventura-viagem, que consegue desnortear qualquer "filhote" de tagarela do idiomês ardido, falado e poetizado no frigir dos ovos, na mesmice da nossa temperança, buscando sempre sair do ostracismo vulgarizado e pelos que são fiéis aos compromissos com a adversidade do momento. Mais valia, conforme uma "putada" de advogados que se dizem responsáveis, dizermos o quanto, cada dia fica mais estranho, aceitarmos o cotidiano e as ocorrências a sua volta.
Porquê será que isto está acontecendo com a maioria que superou a grande minoria, fomentando a agonia de que realmente estamos no "the end of the World" - será ? As respostas exponenciais dão a resposta na ponta da língua: "O fim está chegando todo o dia para os que morrem" ; é o fim legítimo de cada ser. Balela coisa nenhuma, realidade que consegue nos tirar do sério, sem lenço e sem documento.
Porquê será que isto está acontecendo com a maioria que superou a grande minoria, fomentando a agonia de que realmente estamos no "the end of the World" - será ? As respostas exponenciais dão a resposta na ponta da língua: "O fim está chegando todo o dia para os que morrem" ; é o fim legítimo de cada ser. Balela coisa nenhuma, realidade que consegue nos tirar do sério, sem lenço e sem documento.

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