segunda-feira, 14 de março de 2011

ALAGOA, MG PEDE SOCORRO TAMBÉM

A natureza tem dado uma demonstração de que ela é quem está no comando aqui na Terra. Os desastres ocasionados pela natureza, vem mostrando do homem o quanto ele é incapaz e impotente diante da natureza que nos cerca e nos deu tudo aquilo que necessitamos até os dias atuais. As catástrofes vêem ocorrendo com uma frequência cada dia mais fortes, com uma robustez incrível, deixando o homem meio atónito, isso porque, ele achava que o comando era dele, ledo engano. Os desastres teem vindo de todos os lados, aqui no Brasil, todos acreditavam que estávamos incólumes e livres do poder da natureza. Ela chegou sem mandar recado, vindo enxovalhar as maiores cabeças pensantes. A intelectualidade da noite pro dia, ficou refém da ousadia, que não mediu esforços e foi invadindo todos os confins da Terra, esteja no comando quem estiver e sem temer coisa alguma, fez os ventos se multiplicarem, as ondas do mar atingirem alturas nunca vista, rios cresceram e vieram destruindo tudo que estava a sua frente, sem dar nenhum recado antecipado, os lagos e lagoas transbordaram, colaborando com a força dos ventos e foram destruindo tudo que encontravam pela frente - ta aí a grande resposta da chamada "mãe natureza" até então considerada boazinha. O homem mexeu onde não devia e tocou naquilo que não lhe dizia respeito, sem respeitar coisa alguma, depara-se, repentinamente com um pesadelo, mais parecendo dias do Apocalipse, conforme consta da Bíblia. Talvez, quem sabe, daqui pra frente o homem como indivíduo e ser racional, pare um pouquinho e tente entender que o seu gigantismo não é tão seguro como aparentava e tem que se curvar à natureza e designos do Criador.
Tem uma passagem bíblica que diz que o "justo paga pelo pecador" e uma pequena e singela Cidade do Estado de Minas Gerais, Alagoa, onde a natureza é respeitada pelos seus cidadãos, também sofreu os revezes da força da natureza e vem pagando caro, pelos outros povos, nações e homens que não a respeitaram como devia.

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