segunda-feira, 25 de maio de 2009

ELEITOR E LIXO É QUASE A MESMA COISA, DIZ POLÍTICO

De passagem por Leopoldina, por sinal, cidade que gosto muito, pela sua gente, pelo seu estado de espírito, hospitalidade, etc - lendo o Leopoldinense, jornal da cidade para o período de 16 a 31/05/09, deparei-me com a coluna do jornalista Alair Ribeiro, na página 10 desse jornal, chamando-me a atenção para os seus comentários, o qual é o título acima, que transcreve na integra: "Estou me lixando para a opinião pública. Até porque a opinião pública não acredita no que vocês escrevem. Voces batem, batem e nós nos reelegemos mesmo assim". Quem falou isso foi o deputado federal do PTB,Sergio Moraes, depois que avisou ao lixo de leitores e eleitores que vai absolver no conselho de ética o deputado do Castelo de R$25 ilhões, Edmar Moreira que tem seu feudo em São João Nepomuceno, nesta zona da mata mineira. É preciso que o leitor e o eleitor leopoldinense pensem em duas coisas. Primeiro, assim como esse tal de Sergio Moraes, os outros políticos pensam isso mesmo do eleitor. Tanto que fazem suas falcatruas confiantes nos votos que vão receber depois. Esse canalha, que confessou o desprezo pelo eleitor, responde ou respondeu por oito processos no Supremo Tribunal Federal. Coisas como instalar telefone público dentro da casa do pai quando era prefeito, acusação de recepção de jóias roubadas, de exploração de rede de prostituição. Apesar disso ganha rios de votos do lixo eleitoral, tanto que fez sua mulher prefeita e o filho vereador. Isso está na revista Veja, de 13 de maio de 2009. "O lixo do eleitor nos reelege mesmo assim", deve pensar às gargalhadas o tal deputado. E esse celerado, que relata o processo contra o deputado do castelo mineiro, já disse que vai livrar a cara do colega Edmar Moreira. Todo mundo já ouviu falar de Al Capone, o maior gângster norte-americano de todos os tempos. Um número incontável de assassinatos nas costas, atentados contra o país, assaltos, quadrilhas poderosas e apesar de ter o FBI. a poderosa polícia federal dos EUA, nos seus calcanhares, nunca foi preso, pois não se conseguia provar seus crimes, que no entanto eram conhecidos de todos. Um dia, cansado de tantas tentativas, o perseguidor implacável do gângster, Eliot Ness, vasculhou seu imposto de renda. Depois disso, Al Capone morreu na prisão por sonegação de imposto. continuo no próximo....ou seja, 2a. parte

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