segunda-feira, 3 de março de 2008

Obama, Hilary, Putin e as bolsas no mundo

Chegamos ao dia 3 de março de 2008. O mundo dos negócios está de pernas pro ar. O dollar se desvaloriza com uma rapidez inglória pelos quatro continentes - solução para problema - ninguém tem. Era esperado esse acontecimento ? Sabemos, mas fica difícil fazer o diagnóstico - as variáveis são tantas que até Deus duvida - no Brasil, o seu valor caiu mais de 45% só nos últimos doze meses. Perante o Euro, a coisa ficou preta: para se comprar 1 Euro, precisamos gastar nada menos que US$ 1.51 e para outras moedas fortes, nem se fala - yen, libra, franco suiço, won e vai por aí afora. O barril do óleo cru(barril de petróleo), já passa dos US$ 100,00. Na américa, Clynton bem que tentou, mas não conseguiu colocar a Hilari em igualdade de condições do Obama, que está à frente na corrida para a cadeira de presidente da potência mais forte do Universo: Estados Unidos da América. Faltando somente dois colégios eleitorais: Ohio e Texas, tudo leva a crer que o quase negro, Obama, ficará com a indicação dos democratas; só tem uma coisas, os democratas, esqueceram-se do partido republicano, que tem um senador e ex-soldado no Vietnam, defendo quase as mesmas propostas dos dois democratas e com isso, poderá vencer as prévias do seu partido e também as eleições. Putin, da Rússia, conseguiu ontem, 2 de março emplacar um seu correligionário, que entrou na política há apenas 9 anos, para o cargo de presidente. Com essa jogada de mestre, Putin, deverá continuar mandando na Rússia e desta feita, como Primeiro Ministro, a quem caberá governar verdadeiramente. As bolsas, com exceção do Brasil e Argentina, estão nesse início de março de 2008, numa degringolada só, com quedas acentuadas e inevitáveis. O Brasil pode até ser contaminado pelos desatinos das demais pelo mundo afora, mas com certeza, tem uma vitalidade dos dias de glória das bolsas americanas e podemos até aarriscar e dizer que não há bolhas, que amanhã, pudessem nos apanhar desprevinidos. Já a Argentina, quase que se isolou no hemisfério sul, não compactuando das orientações do Fed(americano) e do conjunto de condições do Banco Mundial e Fundo Monetário Internacional, motivo pelo qual, sua condição é de razoável para boa, na estrutura dos negócios: tem petróleo, carne das mais variadas para vender para o exterior, uma população que não excede os limites básicos, com pobresa controlada, enfim, tem hoje uma posição não igual a do Brasil, mas dá pró gasto. As últimas daqui, assistimos os últimos informes sobre a Colômbia, Equador e Venezuela e sentimos que o Ten.Cel Hugo Chaves, Presidente da Venezuela, tenta, recuperar o prestígio nesse Cone Sul, esbravejando que não titubiará em usar a força contra a Colombia e Equador, caso os ânimos fiquem seu o seu controle e mandou de imediato, tropas para a fronteira com a Colômbia e Equador e aí fico imaginando: não foi à toa que ele recentemente comprou mais de 100 mil metralhadoras, aviões de caça super modernos e até submarino nuclear - deve andar pensando com as idéias de Fidel, do presidente Irã, da Korea do Norte e de outros apaixonados por guerras e extermínio de massas como Hitler e Bin Laden. joe gazio, 02/3/2008.

Nenhum comentário: