Voei alto! Estou afirmando. A vida é daqueles que pensam como o Jabor: "me ame quando eu menos merecer, pois é quando eu mais preciso" - é real, é verdadeiro - só que poucos admitem e se voltam para o intrincado jogo da vida. Sempre fui um aficcionado pelos faroestes e, em particular, aqueles que tinham no papel principal John Wayne. Nem por isso deixei de considerar o "best" faroeste Shane, com Alan Ladd - colorido, corajoso, romântico, ciúmento, amado, tudo dentro de uma atmosfera lindíssima de causar inveja a qualquer pessoa amante de cinema. Paraiso Perdido, talvez seja um tema onde vislumbro os filmes de Tarzan, com o único Tarzan de verdade, Johnny Weissmuller e sua companheira Maureen O'Sullivan - possuo todos em CDs, porém, já os tinha em VHS; dentro ainda do título, não poderia nunca de deixar de falar no Horizonte Perdido, as duas versões são extraordinárias. Já que entrei no escopo do Título, focalizo ainda "E o Vendo Levou", "Dançando na Chuva", "Casablanca" que inclu-os nos imperdíveis para sempre.
Volto ao início, para citar Nietzsche com o seu pensamento primeiro: voar mais alto, para o alto, acima do bem e do mal. Assim somos nós, mortais na problemática da vida, onde todos buscam o seu "paraiso perdido" e tenta buscá-lo a qualquer preço, quando na verdade, ele está ali mesmo a sua frente e não custa muito alcança-lo, basta querer de verdade. Joe Gazio/Fev 6,2008
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